domingo, 5 de fevereiro de 2023

Viatura de Ataque Rápido 4x2 (Chenowlt FAV) m/1989

Quantidade: 6 (seis).
Utilizador: Força Aérea/Exercito Português.
Comissões: n/a.
Entrada ao serviço: 1989.
Data de abate: 2011.


DADOS TÉCNICOS
Construtor: Chenowlt/Estados Unidos da América.
Guarnição: 2 (condutor e chefe do carro).
Motor: 1x Volkswagen, a gasolina, com 94 hp de potência às 4.400 rotações.
Dimensões: comprimento 3,70 metros; largura 1,90 metros; altura 1,40/1,75 metros; distância ao solo 0,34 metros.
Blindagem: n/a.
Peso: vazio 726 kg; bruto 1.126 kg.
Possibilidades: velocidade (máxima/estrada/TT) 120/xx/xx km/h; obstáculo vertical 0,33 metros; vau máximo 0,xx metros; vala máxima x,xx metros; rampa máxima 60 %; inclinação lateral máxima 40 %.
Autonomia: 500 km com capacidade de depósito de 60 litros.
Armamento: 1x metralhadora Browning M2HB de 12,7 mm com 2.000 munições; 1x lança granadas Mk.19 mod.3 ou AGL SB-M1 de 40 mm com 336 munições.
Capacidade de carga: n/a.
Outros equipamentos: n/a.
 
DESENVOLVIMENTO
Baseado no Chenowth 2LWD 4x2 Sandrail (Dune Buggy), o Fast Attack Vehicle (FAV) foi desenhado especificamente para uso de um novo conceito da High Technology Light Division (HTLD). A HTLD englobava pessoal da 9th Divisão de Infantaria dos Estados Unidos da América. O conceito da viatura era de realizar ataques a alta velocidade e reconhecimento. Duas versões foram construidas, que foram criadas pensado na sua missão primária e definida pelo seu armamento: o M1040, que podia ser armado com a metralhadora M60 de 7,62 mm, M2HB de 12,7 mm ou lança granadas Mk. 19 de 40 mm  e o M1041 equipado com lançador TOW anticarro. 
Este conceito foi abandonado em 1986, mas um pequeno numero de viaturas foram usadas de modo limitado pelos Estados Unidos no inicio da decada de noventa do seculo passado e mais tarde por Portugal. Embora o conceito tenhha sido abandonado, a missão original do FAV continuava a ser uma prioridade, mas numa escala mais pequena, ou seja, missões de Operações Especiais, em resultado disso, uma versão melhorada (Desert Patrol Vehicle) foi criada e usada pelas equipas SEAL da Marinha dos Estados Unidos da AMérica.
 
PERCURSO EM PORTUGAL
Em 1989, após a sua chegada a S. Jacinto, à então Base Operacional de Tropas Paraquedistas nº 2, foram atribuídas ao Pelotão de Reconhecimento do Batalhão de Paraquedistas nº 21 da Brigada de Paraquedistas Ligeira. Estava prevista a compra de mais doze, seis para cada um dos dois batalhões de paraquedistas da BRIPARAS, que não vieram a ocorrer.
Na sua configuração inicial, a viatura tinha dois lugares e apoio para arma colectiva. Três foram equipados com metralhadora Browning M2HB de 12,7 mm e as outras três com lança granadas AGL Mk.19 mod.3 de 40 mm.
Após algumas utilizações, foi decidido modificar as viaturas, tendo sido colocado um banco para o atirador e suportes para mais armamento: metralhadora FN Mag de 7,62 mm (do lado do chefe do carro) e posto da míssil AT "MILAN". O pneu suplente passou da traseira para frente e foram adicionados suportes para três contentores para míssil "MILAN" e uma estrutura tubular para protecção do atirador em caso de capotamento.
Em 1993, com a passagem dos paraquedistas para o Exército, mantiveram-se no Batalhão de Paraquedistas nº 21/2º Batalhão de Infantaria Aerotransportado/2º Batalhão de Infantaria Paraquedista.
Em 2004, foram transferidas para a Escola de Tropas Paraquedistas, no Batalhão de Apoio Aeroterrestre, hoje Batalhão Operacional Aeroterrestre da Brigada de Reacção Rápida.
Em 2011, integraram o Núcleo Museológico. 
 
MATRICULAS
ME-97-18 - o/c 1989 - wfu 2011 - para Associação Portuguesa de Veiculos Militares Antigos.
ME-97-19 - o/c 1989 - wfu 2011 - para sucata.
ME-97-20 - o/c 1989 - wfu 2011 - para sucata.
ME-97-21 - o/c 1989 - wfu 2011 - para sucata.
ME-97-22 - o/c 1989 - wfu 2011 - para sucata.
 
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w/o - write off
wfu - withdrawn from use

ESQUEMA DE PINTURA
O casco e o rodado pintado a verde azeitona, fosco.
 
MODELISMO
https://www.scalemates.com/topics/topic.php?id=61482

FONTES
MACHADO, Miguel - As FAV dos paraquedistas portugueses - Operacional - Outubro 2012.
NASCIMENTO, Jorge - Viatura de Ataque Rápido - Revista Boina Verde - Mar/Abr 1991.
 
 

Plataforma Multiusos Aerotransportavel (TORO GRIZZLY MPAP E-10 VTL) m/2019

Quantidade: 10 (dez).
Utilizador: Exercito Português.
Comissões: n/a.
Entrada ao serviço: xxxx.
Data de abate: activo.


DADOS TÉCNICOS
Construtor: TORO/Espanha.
Guarnição: 1 (condutor).
Motor: 1x , gasolina, com xx hp de potência às x.xxx rotações.
Dimensões: comprimento x,xx metros; largura x,xx metros; altura x,xx metros; distância ao solo 0,xx metros
Blindagem: n/a.
Peso: vazio xxx kg; bruto xxx kg.
Possibilidades: velocidade (máxima/estrada/TT) xx/xx/xx km/h; obstáculo vertical x,xx metros; vau máximo 0,xx metros; vala máxima x,xx metros; rampa máxima xx %; inclinação lateral máxima xx %.
Autonomia: xxx km com capacidade de depósito de xx litros.
Armamento: n/a.
Capacidade de carga: estrada xxx kg; reboque (estrada/TT) xxx kg.
Outros equipamentos: n/a.
 
DESENVOLVIMENTO
Caracterizam-se pela sua mobilidade e versatilidade, sendo facilmente aerotransportadas ou lançadas através de paraquedas, podendo acompanhar os militares paraquedistas no cumprimento das operações aerotransportadas.
Destacam-se, entre outras funcionalidades, a possibilidade de adptação para o transporte de macas, e a de lhes ser acoplado um reparo para metralhadora ou de transportarem pessoal/material numa capacidade máxima de 1.200 kg.
 
PERCURSO EM PORTUGAL
Estão a cargo do Batalhão Operacional de Apoio Geral da Brigada de Reacção Rápida. O Exército, através da Unidade de Apoio Geral de Material do Exército (UAGME), em parceria com a empresa espanhola Everis, promoveu na semana de 27 a 31 de janeiro, a primeira formação de Condutor/Operador e de Manutenção, destinadas às Forças Ligeiras, nomeadamente às Tropas Paraquedistas, no seguimento do processo aquisitivo conduzido pela NATO Support and Procurement Agency (NSPA).
A formação de carater teórico-prática foi ministrada por dois representantes da empresa espanhola a nove militares do Exército, dos quais seis do Batalhão Operacional Aeroterrestre do Regimento de Paraquedistas e três da Companhia de Manutenção do Regimento de Manutenção.
Em Abril de 2026, o Exército assinou um contrato com a Rodasa para a reconfiguração de 8 (oito) viaturas de apoio logístico TORO GRIZZLY MPAP E-10 VTL, por um valor de 71 mil euros. Os trabalhos incidem-se principalmente na modernização do sistema de travagem, reconfiguração da suspensão e manutenção das viaturas. 
 
MATRICULAS
MX-67-85  - o/c 2019 - wfu xxxx -
 
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ESQUEMA DE PINTURA
O casco e o rodado pintado a verde azeitona, fosco.
 
MODELISMO
Não existe modelo disponível no mercado.

FONTES
Jornal do Exército nº 701 - Jul/Ago 2020.


Viatura Ultraligeira Polaris SOF TP1-TP2-TP4 m/2016-2018

Quantidade: 8 (TP1); 4 (TP2); 4 (TP4).
Utilizador: Exercito Português.
Comissões: n/a.
Entrada ao serviço: 2016/2018.
Data de abate: activo.
DADOS TÉCNICOS (MV850)
Construtor: Polaris/Estados Unidos da América.
Tripulação: 1 (condutor).
Motor: 1x 850cc, a gasolina, com 77 hp de potência às x.xxx rotações.
Dimensões: comprimento 2,42 metros; largura 1,20 metros; altura 1,52 metros; distância ao solo 0,28 metros
Blindagem: n/a.
Peso: vazio 445 kg; bruto 830 kg.
Possibilidades: velocidade (máxima/estrada/TT) 80/xx/xx km/h; obstáculo vertical x,xx metros; vau máximo 0,xx metros; vala máxima x,xx metros; rampa máxima xx %; inclinação lateral máxima xx %.
Autonomia: 200 km com capacidade de depósito de 20 litros.
Armamento: depende da missão.
Capacidade de carga: estrada 386 kg; reboque (estrada/TT) 680 kg.
Outros equipamentos: n/a.
 
DESENVOLVIMENTO
A TP1 SOF (Polaris 1), baseada na Polaris MV850, é uma plataforma altamente móvel e projetável, melhorada para as tarefas militares. Está desenhada para suportar bastante peso em terreno acidentado e durante mais distância do que os modelos comerciais. O seu chassi é altamente robusto permitindo que a viatura sofra bastante, como é típico em situações táticas complexas. A sua configuração é modular podendo ser configurável com grande tipologia de material através da colocação de redes na frente ou na retaguarda da viatura, dependo da missão a desempenhar.​ 
O armamento é transportado pelo condutor em suportes, para cumprir as suas missões os militares dependem da surpresa e da velocidade para a sobrevivência.
A TP2 SOF MRZR 2 (Polaris 2), é uma plataforma altamente móvel e projetável baseada numa viatura Side by Side melhorada para as tarefas militares. O seu desenho modular permite que seja configurável rapidamente, podendo ser equipada com pneus extra ou mais combustível para missões mais longas ou com assentos extra para levar mais militares para missões mais curtas, e é facilmente colocado em aeronaves rebatendo a sua roll-bar. Esta viatura foi construída para transportar bastante peso em terreno acidentado, durante maior distância do que os modelos comerciais e sem a manutenção normalmente exigida por eles.​
Tem um reparo para metralhadora no lugar do chefe de viatura permitindo que seja feito tiro em andamento ou numa posição estática.
A TP4 SOF MRZR 4 (Polaris 4), é uma plataforma altamente móvel e projetável baseada numa viatura Side by Side melhorada para as tarefas militares. É uma versão mais longa da MRZR 2 possuindo as mesmas caraterísticas, os mesmos pneus e motor, facilitando em muito a cadeia logística em operações. Pelas suas dimensões tem uma maior capacidade de carga, mas é sobretudo no número de militares que se distingue, pois, a zona da carga é semelhante à MRZR 2. As suas capacidades todos os terrenos são extremamente elevados, tem um baixo peso para uma viatura que transporta 4 militares, tem uma altura ao solo que lhe permite vencer obstáculos difíceis, possui um macaco manual Hi Lift e um guincho. Está também preparada para o transporte em aeronaves possuindo vários locais para a ancoragem e a roll-bar é rapidamente rebatível.
Pode ser equipada com um reparo para metralhadora em várias posições da viatura permitindo que seja feito tiro em andamento ou numa posição estática.​
 
PERCURSO EM PORTUGAL
Em Fevereiro de 2017, o Exército assinou um contrato com a CORPDEFENSE NGTT, Lda para a compra de 7 (sete) TP1 e 2 (dois) TP2 SOF destinados ao Centro de Tropas de Operações Especiais sendo firmado um segundo contrato, em Outubro de 2018, visando a aquisição de 1 (uma) TP1, 2 (dois) TP2 e 4 (quatro) TP4 SOF, destinados à mesma unidade.
A Zona Militar da Madeira recebeu, em 2025, duas viaturas táticas ultraligeiras de dois lugares (VTUL 2L) destinadas a equipar o Pelotão de Reconhecimento do Batalhão de Infantaria do Regimento de Guarnição N.º 3 (RG3).  
 
MATRICULAS

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ESQUEMA DE PINTURA
O casco e o rodado pintado a beige, fosco.
 
MODELISMO
https://www.scalemates.com/search.php?fkSECTION%5B%5D=All&q=MV-850*
 
FONTES
https://military.polaris.com/en-us/sportsman-mv-850/
https://military.polaris.com/en-us/mrzr-d2-military-tan/specs/
https://exercito.pt
Revista Warriors nº 23 - Abril 2018 - Associação de colecionadores e atiradores do Oeste.



domingo, 11 de dezembro de 2022

Land Rover (Série I/II/III)

Quantidade: xx (xxxxxxx).
Utilizador: Exercito Português.
Comissões: Angola (xxxx-xxxx); Guiné (xxxx-xxxx); Moçambique (xxxx-xxxx).
Entrada ao serviço: 1977.
Data de abate: 1997.

DADOS TÉCNICOS (88 SÉRIE III)
Construtor: Land Rover/Reino Unido.
Tripulação: 2 + 4 (condutor e 5 elementos).
Motor: 1x Rover, gasóleo, com 67 hp de potência às 4.000 rotações.
Dimensões: comprimento 3,62 metros; largura 1,68 metros; altura 1,97 metros; distância ao solo 0,17 metros
Blindagem: n/a.
Peso: vazio 1.405 kg; bruto 2.160 kg.
Possibilidades: velocidade (máxima/estrada/TT) xx/xx/xx km/h; obstáculo vertical x,xx metros; vau máximo 0,50 metros; vala máxima 0,50 metros; rampa máxima 70 %; inclinação lateral máxima xx %.
Autonomia: 450 km com capacidade de depósito de 45 litros.
Armamento: n/a.
Capacidade de carga: estrada/TT 755/650 kg; reboque (estrada/TT) xxx/xxx kg.
Outros equipamentos: 1x guincho com esforço máximo de 1.352 kg.
 
DESENVOLVIMENTO
Desde que a produção se iniciou, em 1948, o Land Rover tornou-se uma das viaturas ligeiras mais famosas em serviço. Mais de um milhão tinham sido produzidos até 1976. Projectado pela Rover para agradar aos mercados internos e de exportação, a viatura teve de inicio, os agricultores e industriais como clientes-alvo. Constantes melhorias no projecto mostraram o potencial da viatura e, em 1956, o Exército Britânico seleccionou-a para ser a viatura militar de base na sua classe. Infinitamente adaptável, de ambulância a tractor de artilharia e viatura de reconhecimento, o Land Rover entrou em acção por todo o mundo com este e inumeros outros exércitos. A transmissão é manual, com quatro velocidades para a frente e uma para trás.
 
PERCURSO EM PORTUGAL
Estas viaturas, pelas suas características, tais como capacidade para rádio, mesa para mapas nas costas dos bancos e capacidade de tracção todo-o-terreno, foram atribuidas ao comando de algumas unidades, nomeadamente ao Regimento de Comandos, Escola Practica de Infantaria.
 
MATRICULAS
ME-53-72 (I) - o/c xxxx - wfu xxxx - para sucata.
MX-67-76 (III) - o/c xxxx - wfu xxxx - para Museu Militar de Elvas.
MX-77-25 (II) - o/c xxxx - wfu xxxx - para sucata.
 
o/c - on charge
w/o - write off
wfu - withdrawn from use

ESQUEMA DE PINTURA
O casco e o rodado pintado a verde artilharia ou verde azeitona, fosco.

OUTRAS VERSÕES
Auto TG 0,25 ton. Land Rover Serie I 4x4 m/1949.
Auto TG 0,75 ton. Land Rover Serie I 4x4 m/1954.
Auto TP7 Land Rover Serie II 4x4 m/1959.
Auto TG 0,25 ton. Land Rover Serie II 4x4 m/1959.
Auto TG 0,75 ton. Land Rover Serie II 4x4 m/1959.
Auto TG 0,25 ton. 6 Land Rover D 4x4 mA/1977 (88 SÉRIE III).
Auto TG 0,75 ton. Land Rover Serie III 4x4 m/1977.
 
MODELISMO
https://www.scalemates.com/search.php?fkSECTION[]=All&q=land+rover*&fkTYPEGROUP[]=%22Land%20Rover%20Series%22
 
FONTES
FREITAS/VENTURA/MELO - Jornal do Exército - Secção Modelismo - 1982.
FREITAS/BELO - Jornal do Exército - Secção Modelismo - 1984.
Ficha de Material do Exército Português - 88 Série III.
 
Serie II

 
Serie III

sábado, 10 de dezembro de 2022

Land Rover Defender

Quantidade: xx (xxxxxxx).
Utilizador: Exercito Português.
Comissões: n/a.
Entrada ao serviço: 1993.
Data de abate: Activo.

DADOS TÉCNICOS
Construtor: Land Rover/Reino Unido.
Tripulação: 6 (condutor e 5 elementos).
Motor: 1x xxxxxx, gasolina, com xx hp de potência às x.xxx rotações.
Dimensões: comprimento 3,88 metros; largura 1,79 metros; altura 1,97 metros; distância ao solo 0,19 metros
Blindagem: n/a.
Peso: vazio 1.695 kg; bruto 2.400 kg.
Possibilidades: velocidade (máxima/estrada/TT) xx/xx/xx km/h; obstáculo vertical x,xx metros; vau máximo 0,50 metros; vala máxima x,xx metros; rampa máxima xx %; inclinação lateral máxima 32 %.
Autonomia: xxx km com capacidade de depósito de xx litros.
Armamento: 1x metralhadora Browning M2HB de 12,7 mm com 1.000 cartuchos.
Capacidade de carga: estrada 705 kg; reboque (estrada/TT) 750/500 kg.
Outros equipamentos: 1x guincho com esforço máximo de 2.720 kg.
 
DESENVOLVIMENTO
Desde que a produção se iniciou, em 1948, o Land Rover tornou-se uma das viaturas ligeiras mais famosas em serviço. Mais de um milhão tinham sido produzidos até 1976. Projectado pela Rover para agradar aos mercados internos e de exportação, a viatura teve de inicio, os agricultores e industriais como clientes-alvo. Constantes melhorias no projecto mostraram o potencial da viatura e, em 1956, o Exército Britânico seleccionou-a para ser a viatura militar de base na sua classe. Infinitamente adaptável, de ambulância a tractor de artilharia e viatura de reconhecimento, o Land Rover entrou em acção por todo o mundo com este e inumeros outros exércitos. A transmissão é manual, com quatro velocidades para a frente e uma para trás.
A versão “Commando Assault Vehicle” (CAV) da viatura 4×4 Land Rover 130 TD4 visa equipar o contexto táctico de Forças de Operações Especiais (“Special Operation Forces”, SOF) com um meio flexível e rápido de acção, podendo transportar seis elementos e alcançar uma velocidade de 145 km/h. Esta variante conta com um reforço de blindagem na secção inferior do chassis (mitigando o impacto do rebentamento de explosivos improvisados ou minas), “roll-bar” para protecção dos ocupantes em caso de capotamento, estrutura modular (amovíveis) de pára-brisas e portas laterais, podendo estar armada com uma metralhadora pesada Browning 12,7mm em posição central e com pontos de fixação para metralhadoras médias ou ligeiras em posição frontal, laterais e à retaguarda.
 
PERCURSO EM PORTUGAL
Estas viaturas, pelas suas características, tais como capacidade para rádio, mesa para mapas nas costas dos bancos e capacidade de tracção todo-o-terreno, foram atribuidas ao comando de algumas unidades, nomeadamente ao Regimento de Comandos.
As CAV equipam o Exército Português desde 2012, afectas originalmente à Força Especial de “Comandos”, tendo tido a sua primeira intervenção em contexto de Teatro de Operações de combate na República Centro Africana (RCA), projectadas em 2016 junto do efectivo destacado para a MINUSCA (a Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana). Foram ali operadas pela 2.ª Companhia de Comandos, parte da 1.ª Força Nacional Destacada, comandada pelo Major Musa Paulino, como Força de Reacção Rápida (“Quick Reaction Force”, QRF) das Nações Unidas. 
 
MATRICULAS
MX-22-74 (90) - o/c 1993 - wfu xxxx.
MX-22-83 (90) - o/c 1993 - wfu xxxx.
MX-42-25 (90) - o/c xxxx - wfu xxxx.
MX-42-66 
MX-50-35 (110SW) - o/c 2007 - wfu xxxx.
MX-52-32 (110SW) - o/c 2007 - wfu xxxx.
MX-54-06 (110TD) - o/c xxxx - wfu xxxx.
MX-55-67 (130TD) - o/c 2011 - wfu xxxx - para RCmds.  
MX-55-74 (130TD) - o/c 2011 - wfu xxxx - para RCmds. 
MX-55-75 (130TD) - o/c 2011 - wfu xxxxpara RCmds.
MX-55-76 (130TD) - o/c 2011 - wfu xxxxpara RCmds.  
MX-55-77 (130TD) - o/c 2011 - wfu xxxxpara RCmds. 
MX-55-87 (130TD) - o/c 2011 - wfu xxxxpara RCmds.  
 
o/c - on charge
w/o - write off
wfu - withdrawn from use

ESQUEMA DE PINTURA
O casco e o rodado pintado a verde artilharia ou verde azeitona, fosco.

OUTRAS VERSÕES
Auto TG 0,5 ton. TP5 Land Rover Defender 90TDI D 4x4 mF/1993.
Auto TP5 Land Rover Defender 110 TD4 SW.
Auto Maca 2M Land Rover Defender 130 D 4x4 mF/2009.
Auto TG 1,5 ton. TP5 Land-Rover Defender 130 TD4/SOF 4x4 MF/2011.

MODELISMO
https://www.scalemates.com/search.php?fkSECTION[]=All&q=land+rover*&fkGROUPS[]=%22Vehicles%22&fkTYPEGROUP[]=%22Land%20Rover%20Defender%22

FONTES
Ficha de Material do Exército Português.
 

Auto TG 0,5 ton. Portaro D 4x4 260 m/1983 (GVM)

Quantidade:  1 (um). Utilizador:  Exército Português. Comissões: n/a . Ent rada ao serviço:  1983. Data de abate: 1983.   DADOS TÉCNICOS...