sábado, 10 de dezembro de 2022

Land Rover Defender

Quantidade: xx (xxxxxxx).
Utilizador: Exercito Português.
Comissões: n/a.
Entrada ao serviço: 1993.
Data de abate: Activo.

DADOS TÉCNICOS
Construtor: Land Rover/Reino Unido.
Tripulação: 6 (condutor e 5 elementos).
Motor: 1x xxxxxx, gasolina, com xx hp de potência às x.xxx rotações.
Dimensões: comprimento 3,88 metros; largura 1,79 metros; altura 1,97 metros; distância ao solo 0,19 metros
Blindagem: n/a.
Peso: vazio 1.695 kg; bruto 2.400 kg.
Possibilidades: velocidade (máxima/estrada/TT) xx/xx/xx km/h; obstáculo vertical x,xx metros; vau máximo 0,50 metros; vala máxima x,xx metros; rampa máxima xx %; inclinação lateral máxima 32 %.
Autonomia: xxx km com capacidade de depósito de xx litros.
Armamento: 1x metralhadora Browning M2HB de 12,7 mm com 1.000 cartuchos.
Capacidade de carga: estrada 705 kg; reboque (estrada/TT) 750/500 kg.
Outros equipamentos: 1x guincho com esforço máximo de 2.720 kg.
 
DESENVOLVIMENTO
​Desde que a produção se iniciou, em 1948, o Land Rover tornou-se uma das viaturas ligeiras mais famosas em serviço. Mais de um milhão tinham sido produzidos até 1976. Projectado pela Rover para agradar aos mercados internos e de exportação, a viatura teve de inicio, os agricultores e industriais como clientes-alvo. Constantes melhorias no projecto mostraram o potencial da viatura e, em 1956, o Exército Britânico seleccionou-a para ser a viatura militar de base na sua classe. Infinitamente adaptável, de ambulância a tractor de artilharia e viatura de reconhecimento, o Land Rover entrou em acção por todo o mundo com este e inumeros outros exércitos. A transmissão é manual, com quatro velocidades para a frente e uma para trás.
A versão “Commando Assault Vehicle” (CAV) da viatura 4×4 Land Rover 130 TD4 visa equipar o contexto táctico de Forças de Operações Especiais (“Special Operation Forces”, SOF) com um meio flexível e rápido de acção, podendo transportar seis elementos e alcançar uma velocidade de 145 km/h. Esta variante conta com um reforço de blindagem na secção inferior do chassis (mitigando o impacto do rebentamento de explosivos improvisados ou minas), “roll-bar” para protecção dos ocupantes em caso de capotamento, estrutura modular (amovíveis) de pára-brisas e portas laterais, podendo estar armada com uma metralhadora pesada Browning 12,7mm em posição central e com pontos de fixação para metralhadoras médias ou ligeiras em posição frontal, laterais e à retaguarda.
 
PERCURSO EM PORTUGAL
Estas viaturas, pelas suas características, tais como capacidade para rádio, mesa para mapas nas costas dos bancos e capacidade de tracção todo-o-terreno, foram atribuidas ao comando de algumas unidades, nomeadamente ao Regimento de Comandos.
As CAV equipam o Exército Português desde 2012, afectas originalmente à Força Especial de “Comandos”, tendo tido a sua primeira intervenção em contexto de Teatro de Operações de combate na República Centro Africana (RCA), projectadas em 2016 junto do efectivo destacado para a MINUSCA (a Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana). Foram ali operadas pela 2.ª Companhia de Comandos, parte da 1.ª Força Nacional Destacada, comandada pelo Major Musa Paulino, como Força de Reacção Rápida (“Quick Reaction Force”, QRF) das Nações Unidas. 
 
MATRICULAS
MX-22-74 (90) - o/c 1993 - wfu xxxx.
MX-22-83 (90) - o/c 1993 - wfu xxxx.
MX-42-25 (90) - o/c xxxx - wfu xxxx.
MX-42-66 
MX-50-35 (110SW) - o/c 2007 - wfu xxxx.
MX-52-32 (110SW) - o/c 2007 - wfu xxxx.
MX-54-06 (110TD) - o/c xxxx - wfu xxxx.
MX-55-67 (130TD) - o/c 2011 - wfu xxxx - para RCmds.  
MX-55-74 (130TD) - o/c 2011 - wfu xxxx - para RCmds. 
MX-55-75 (130TD) - o/c 2011 - wfu xxxx - para RCmds.
MX-55-76 (130TD) - o/c 2011 - wfu xxxx - para RCmds.  
MX-55-77 (130TD) - o/c 2011 - wfu xxxx - para RCmds. 
MX-55-87 (130TD) - o/c 2011 - wfu xxxx - para RCmds.  
 
o/c - on charge
w/o - write off
wfu - withdrawn from use

ESQUEMA DE PINTURA
O casco e o rodado pintado a verde artilharia ou verde azeitona, fosco.

OUTRAS VERSÕES
Auto TG 0,5 ton. TP5 Land Rover Defender 90TDI D 4x4 mF/1993.
Auto TP5 Land Rover Defender 110 TD4 SW.
Auto Maca 2M Land Rover Defender 130 D 4x4 mF/2009.
Auto TG 1,5 ton. TP5 Land-Rover Defender 130 TD4/SOF 4x4 MF/2011.

MODELISMO
https://www.scalemates.com/search.php?fkSECTION[]=All&q=land+rover*&fkGROUPS[]=%22Vehicles%22&fkTYPEGROUP[]=%22Land%20Rover%20Defender%22

FONTES
Ficha de Material do Exército Português.
 

terça-feira, 15 de novembro de 2022

Auto TP3 Humber FWD 4x4 m/1943

Quantidade: xx (xxxxxxx).
Utilizador: Exercito Português.
Comissões: n/a.
Entrada ao serviço: 1943.
Data de abate: 1960.
DADOS TÉCNICOS
Construtor: Morris/Reino Unido.
Guarnição: 6 (condutor e 5 elemento).
Motor: 1x Humber 1-LWF, gasolina, com 85 hp de potência às 3.400 rotações.
Dimensões: comprimento 4,29 metros; largura 1,88 metros; altura 1,96 metros; distância ao solo 0,24 metros
Blindagem: n/a.
Peso: vazio 2.413 kg; bruto x.xxx kg.
Possibilidades: velocidade (máxima/estrada/TT) 75/xx/xx km/h; obstáculo vertical x,xx metros; vau máximo 0,60 metros; vala máxima x,xx metros; rampa máxima 50 %; inclinação lateral máxima 40 %.
Autonomia: 500 km com capacidade de depósito de 73 litros.
Armamento: n/a.
Capacidade de carga: n/a.
Outros equipamentos: n/a.
 
DESENVOLVIMENTO
​O Humber Heavy Utility Car era o carro base para ligação e comando do Exército Britânico durante a Segunda Guerra Mundial (o exército era a unica força totalmente motorizada quando a guerra começou em Setembro de 1939). Era também o unico carro utilitário de construção britânica, de tracção às quatro rodas. A produção começou em Maio de 1941 e continuou até 1945. Bastante usada, a viatura manteve-se em serviço até finais dos anos 50 - testemunho da sua qualidade. Na sua carroçaria fixa, em aço, transportava seis homens e uma mesa dobradiça para mapas. No deserto a cabina fixa foi, muitas vezes, substituida por uma cobertura de tela. O conceito do Humber não era espetacular, mas, mais importante, fez o que era esperado nos diferentes teatros. Tinha quatro velocidades e uma de marcha atrás.
 
PERCURSO EM PORTUGAL
Estas viaturas, pelas suas características, tais como capacidade para rádio, mesa para mapas nas costas dos bancos e capacidade de tracção todo-o-terreno, foram atribuidas ao comando de algumas unidades, entre as quais o Regimento de Cavalaria 7 em Lisboa.
 
MATRICULAS
MG-187- o/c 1943 - wfu 1974 - para sucata.
 
o/c - on charge
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ESQUEMA DE PINTURA
O casco e o rodado pintado a verde artilharia ou verde azeitona, fosco. A matricula antiga, utilizada nos anos quarenta e que, mais tarde, foi alterada, pintada a branco, no guarda-lamas direito, da frente.

OUTRAS VERSÕES
n/a

MODELISMO
https://www.scalemates.com/topics/topic.php?id=32900

FONTES
COSTA, Luís - Jornal do Exército (Secção Modelismo) - Maio/Junho 1998.
TREWHITT, Philip - Carros de Combate Blindados - Editorial Estampa - 2005.
 

Tractor de Artilharia Morris C8 Mk.III 4x4 m/1943

Quantidade: xx (xxxxxxx).
Utilizador: Exercito Português.
Comissões: n/a.
Entrada ao serviço: 1943.
Data de abate: 1974.
DADOS TÉCNICOS
Construtor: Morris/Reino Unido.
Tripulação: 6 (condutor e 5 elemento).
Motor: 1x Morris, gasolina, com 70 hp de potência às 3.000 rotações.
Dimensões: comprimento 4,43 metros; largura 2,07 metros; altura 2,37 metros; distância ao solo 0,22 metros
Blindagem: n/a.
Peso: vazio 3.000 kg; bruto 4.000 kg.
Possibilidades: velocidade (máxima/estrada/TT) 80/xx/xx km/h; obstáculo vertical x,xx metros; vau máximo 0,40 metros; vala máxima x,xx metros; rampa máxima 50 %; inclinação lateral máxima 40 %.
Autonomia: 256 km com capacidade de depósito de 136 litros.
Armamento: n/a.
Capacidade de carga: n/a.
Outros equipamentos: 1x guincho com capacidade até 4.000 kg.

DESENVOLVIMENTO
​Em 1937, o Departamento de Guerra Britânico reconheceu a necessidade de um novo tractor de artilharia, para substituir os "Vickers Light Dragons" e "Morris CDSW", em serviço. A especificação emitida requeria uma viatura de quatro rodas, com guincho, numa base curta.
A empresa Guy produziu um desenho, num curto período, usando componentes já existentes assim como a Morris, que era um desenho novo, mas convencional, sendo uma evolução do camião Morris CS8 15 cwt.
Incluía um novo motor de quatro cilindros montando num subestrutura e não na base. Como o desenho da Guy, tinha as laterais inclinadas e forma de barata, era todo em metal e desenhado para facilitar a descontaminação em caso de guerra química, assim como uma plataforma na parte de trás do tejadilho, para uma metralhadora. Para além dos seis elementos, era capaz de carregar vinte e quatro caixa de munições explosivas 8,8 cm e oito caixas de munições anticarro, para além da ferramenta e pessoal necessário para manobrar a peça rebocada.
O primeiro Morris C8 Quad foi entregue em Outubro de 1939 e manteve-se em produção até 1945. Durante este período, houve duas grandes mudanças mecânicas e no casco. A combinação motor/chassis foi utilizado noutras viaturas da Morris, tal como o camião 15 cwt C8. uma versão de chassis mais comprido foi produzida (C9B) para transportar o canhão AA Bofors.
 
PERCURSO EM PORTUGAL
Foram distribuídos por diversas unidades no Continente, atribuídas à Escola Practica de Artilharia e a todos os Regimentos de Artilharia, bem como ao Centro de Instrução Militar de Boane, em Moçambique. 
Em Macau e na Índia, existiram unidades equipadas com esta viatura.

MATRICULAS
MG-32-46 - o/c 1943 - wfu 1974 - para sucata.
MG-53-18 - o/c 1943 - wfu 1974 - para sucata.
 
o/c - on charge
w/o - write off
wfu - withdrawn from use

ESQUEMA DE PINTURA
O casco e o rodado pintado a verde artilharia ou verde azeitona, fosco.

OUTRAS VERSÕES
Camião 15 cwt C8 GS.

MODELISMO
https://www.scalemates.com/pt/topics/topic.php?id=3673

FONTES
COSTA, Luís - Jornal do Exército (Secção Modelismo) - Agosto/Setembro/Outubro 1992.
 

Viatura Ambulância 3 ton. Austin K2/Y 4x2 m/1943

Quantidade: 70 (setenta).
Utilizador: Exercito Português.
Comissões: n/a.
Entrada ao serviço: 1943.
Data de abate: 1974.
DADOS TÉCNICOS
Construtor: Austin/Reino Unido.
Tripulação: 2 (condutor e 1 elemento).
Motor: 1x Austin, gasolina, com 60 hp de potência às 3.000 rotações.
Dimensões: comprimento 5,40 metros; largura 2,76 metros; altura 3,20 metros; distância ao solo 0,22 metros
Blindagem: n/a.
Peso: vazio 3.124 kg; bruto 4.000 kg.
Possibilidades: velocidade (máxima/estrada/TT) 80/xx/xx km/h; obstáculo vertical x,xx metros; vau máximo 0,86 metros; vala máxima x,xx metros; rampa máxima 50 %; inclinação lateral máxima 40 %.
Autonomia: xxx km com capacidade de depósito de xx litros.
Armamento: n/a.
Capacidade de carga: 4 feridos deitados em macas ou 8 feridos sentados e dois deitados.
Outros equipamentos: n/a.

DESENVOLVIMENTO
​
 
PERCURSO EM PORTUGAL
Foram distribuidos por diversas unidades no Continente, atribuidas a Regimentos de Infantaria, Cavalaria, Artilharia, Batalhões de Serviço de Saúde. Não foram utilizadas por unidades destacadas nas Colónias.

MATRICULAS
MG-10-83 - o/c 1943 - wfu 1974 - para sucata.
MG-44-91 - o/c 1943 - wfu 1974 - para sucata.
 
o/c - on charge
w/o - write off
wfu - withdrawn from use

ESQUEMA DE PINTURA
O casco e o rodado pintado a verde artilharia ou verde azeitona, fosco. As cruzes vermelhas eram pintadas sobre quadrados brancos nas laterais e nas portas traseiras e no tejadilho a cruz vermelha estava pintada sobre um rectângulo que cobria parcialmente o mesmo. Ainda no tejadilho, por cima da cabina do condutor existia uma pequena circuferência com o fundo branco e com uma cruz vermelha. No guarda-lamas esquerdo da frente existia outra circuferência igual, também pintada da mesma forma.

OUTRAS VERSÕES
n/a

MODELISMO
https://www.scalemates.com/topics/topic.php?id=415

FONTES
COSTA, Luís - Jornal do Exército (Secção Modelismo) - Janeiro/Fevereiro 1992.
 

segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Viatura de Transportes Gerais Austin 10 HP G/YG 4x2 m/1942

Quantidade: xxx (xxxxxx).
Utilizador: Exercito Português.
Comissões: Angola (xxxx-xxxx); Guiné (xxxx-xxxx); Moçambique (xxxx-xxxx).
Entrada ao serviço: 1942.
Data de abate: 1974.
 

DADOS TÉCNICOS
Construtor: Austin/Reino Unido.
Tripulação: 2 (condutor e 1 elemento).
Motor: 1x Owl G3-222AB, gasolina, com 29 hp de potência às 3.600 rotações.
Dimensões: comprimento 3,98 metros; largura 1,60 metros; altura 1,96 metros; distância ao solo 0,22 metros
Blindagem: n/a.
Peso: vazio x.xxx kg; bruto 1.514 kg.
Possibilidades: velocidade (máxima/estrada/TT) 88/xx/xx km/h; obstáculo vertical x,xx metros; vau máximo 0,86 metros; vala máxima x,xx metros; rampa máxima 50 %; inclinação lateral máxima 40 %.
Autonomia: 370 km com capacidade de depósito de 38 litros.
Armamento: n/a.
Capacidade de carga: .
Outros equipamentos: n/a.

DESENVOLVIMENTO
​
 
PERCURSO EM PORTUGAL
Empregue pelo Exército Português para funções gerais de ligação, transporte de oficiais e apoio administrativo. Conhecido como Auto Galera, foram distribuídos por diversas unidades no Continente, e posteriormente muitas foram enviadas para as Colónias.

MATRICULAS
MG-43-65 - o/c 1942 - wfu 1974 - para sucata.
 
o/c - on charge
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wfu - withdrawn from use

ESQUEMA DE PINTURA
O casco e o rodado pintado a verde artilharia ou verde azeitona, fosco ou camuflagem "Mickey Mouse Ear". A matricula (MG-43-65) era pintada a branco sobre a pintura, no guarda-lamas esquerdo da frente, e atrás, no lado direito do carro. No guarda-lamas direito da frente aparece uma chapa redonda pintada com o símbolo da Engenharia Militar o que nos leva a pensar que estava atribuída a uma unidade de Engenharia destacada em Moçambique, durante a Segunda Guerra Mundial.

OUTRAS VERSÕES
n/a

MODELISMO
https://www.scalemates.com/topics/topic.php?id=421

FONTES
COSTA, Luís - Jornal do Exército (Secção Modelismo) - Agosto/Setembro 1991.
 

Novas viaturas OPSAS da Força Aérea Portuguesa

Quantidade:  6 (seis). Utilizador: Força Aérea Portuguesa. Comissões: n/a . Ent rada ao serviço: 2027. Data de abate: activo.   DADOS ...