quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Auto Blindado TP4 URO VAMTAC ST5 4x4 m/2019

Quantidade: 139 (cento e trinta e nove).
Utilizador: Exército Português.
Comissões: Republica Centro-Africana (2020-xxxx).
Entrada ao serviço: 2019.
Data de abate: activo.
 

DADOS TÉCNICOS
Construtor: UROVESA/Espanha.
Tripulação: 2 + 4 (chefe de carro, condutor + quatro elementos).
Motor: 1x Cummins ISB, a gasóleo, com 245 hp de potência às x.xxx rotações.
Dimensões: comprimento 5,26 metros; largura 2,86 metros; altura 2,78 metros; distância ao solo 0,41 metros.
Blindagem: STANAG 4569 nível 4.
Peso: vazio 9.030 kg; equipado 10.250 kg.
Transmissão: caixa automatica de 6 velocidades para frente e 1 para trás. 
Possibilidades: velocidade (máxima/cruzeiro/TT) 100/80/40 km/h; obstáculo vertical x,xx metros; vau máximo 0,85 metros; vala máxima x,xx metros; rampa máxima 70%; inclinação lateral máxima 50%.
Autonomia: 600 km com capacidade de depósito de 140 litros.
Armamento: 1x metralhadora Browning M2HB de 12,7 mm com xxx munições; 1x metralhadora FN MAG de 7,62 mm com x.xxx munições; 1x lança grandas de 4 cm com xxx munições.
Outros equipamentos: 1x posto rádio E/R PRC-525; 1x guincho com capacidade de 8.165 kg; ar condicionado; GPS; 1x modulo corta-cabos; lança-granadas de fumo ROSY; extintores manuais; sistema RUNFLAT.
Histórico: entrou ao serviço do Exército Espanhol em 2013. Usado por Indonésia e Portugal.

DESENVOLVIMENTO
A VAMTAC ST5 é uma Viatura Táctica Ligeira Blindada (VTLB), visa garantir mobilidade táctica terrestre, conferindo flexibilidade às forças ligeiras, facultando-lhes protecção blindada ligeira e facilidade de projecção dos seus equipamentos orgânicos principais.
Como principais características a VAMTAC ST5 é uma viatura com tracção integral e suspensões independentes, adequada para uso em condições extremas em todo o terreno e protecção específica contra minas e engenhos explosivos improvisados.

PERCURSO EM PORTUGAL
Pelo Despacho n.º 8840/2016 de 11/07, foi lançado um concurso para a aquisição de 167 viaturas blindadas para uma verba de 60,8 milhões de euros através do NSPA, assim distribuídas: cento e seis na versão de transporte de tropas; sete de comando; vinte e nove de anticarro; treze de ambulância; doze de operações especiais, mais tarde, pelo Despacho n.º 7199/2018 de 30/07, o número de viaturas foi fixado em 139, ou seja, mais uma viatura de transporte de tropas e eliminada a versão anticarro.
A VAMTAC ST5 do Exército Português tem 6 configurações diferentes, Básica, Comando, Operações Especiais, Equipa Médica de Emergência e Reanimação, Ambulância tipo I e Ambulância tipo II.
 
O Exército, através da Unidade de Apoio Geral de Material do Exército, em Benavente, deu inicio ao processo de recepção das Viaturas Tácticas Ligeiras Blindadas (VTLB) VAMTAC ST5, em sequência da chegada das primeiras 4 viaturas, do primeiro lote de 10, em Dezembro de 2019.
O processo de aceitação das primeiras VAMTAC ST5 consiste na inspecção e na verificação da conformidade técnica das VTLB, por parte da Equipa Multidisciplinar de Inspecção, constituída por elementos da Direcção de Material e Transportes, da Brigada de Reacção Rápida e da Direcção de Comunicações e Sistemas de Informação.
No âmbito deste processo as viaturas são, igualmente, sujeitas a um conjunto de testes e provas às suas capacidades operacionais na pista de testes tipo Aberdeen Proving Ground da UAGME, o FAAT é muito relevante no processo de aceitação das novas viaturas, precedendo a entrega do primeiro lote. Os testes foram conduzidos nas instalações da empresa UROVESA, em Valga, Galiza, Espanha, tendo participado uma delegação do Exército Português e representantes da NATO Support and Procurment Agency (NSPA), que verificaram e testaram in loco a primeira viatura produzida, ao abrigo do contrato estabelecido com a UROVESA.
A aquisição de uma nova família de viaturas impõe a necessidade de qualificar condutores para a condução das mesmas, pelo que teve início ontem o 1.º Curso de Formação de Formadores de Condutores das VTLB VAMTAC ST5, a decorrer na UAGME.
Para a projecção da FND/RCA constitui-se o RI10 como polo de formação de condutores com um projecto de construção de uma pista todo-o-terreno. 
 
Estão ao serviço da Brigada de Reacção Rápida (Regimento de Infantaria 15 - 1º Batalhão de Infantaria Paraquedista, Regimento de Infantaria 10 - 1º Batalhão de Infantaria Paraquedista, Regimento de Cavalaria n.º 3) e Centro de Instrução de Operações Especiais.
A cada Batalhão de Infantaria Paraquedista estão distribuídas 29 viaturas (1x Cmd B1, 1x Cmd B2, 25x BASIC A e 2x Amb Tipo II).
Para a projecção da FND/RCA constitui-se o RI10 como polo de formação de condutores com um projecto de construção de uma pista todo-o-terreno.
 
ENTREGAS
2019 - 50x versão BASIC A.
2020 - 57x versão BASIC A; 07x Posto de Comando (B1 e B2).
2021 - 09x versão SOF (E1); 03 versão SOF PC (E2). 
2021 - 05x versão EMER (D1). 
2021 - 02x versão ambulância Tipo I; 06x versão ambulância Tipo II. 
 
MATRICULAS
MX-59-65 - c/n - o/c 2019 - wfu xxxx.
MX-66-16 - c/n - o/c 2019 - wfu
MX-66-73 - c/n - o/c 2019 - wfu
MX-68-59 - c/n - o/c 2019 - wfu
MX-68-63 - c/n - o/c 2019 - wfu
MX-68-90 - c/n - o/c 2021 - wfu
MX-68-99 - c/n - o/c 2021 - wfu
MX-69-44 - c/n - o/c 2021 - wfu
 
ESQUEMA DE PINTURA
O casco pintado de verde-azeitona ou verde-artilharia, fosco, para missões das Nações Unidas, de branco.

MODELISMO
https://www.scalemates.com/search.php?fkSECTION%5B%5D=All&q=vamtac*
 
FONTE
Relatório da Execução da Lei da Programação Militar 2020.
Relatório da Execução da Lei da Programação Militar 2021.

URO VAMTAC St5
URO VAMTAC St5

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Carro de Combate 15 ton. 3,7 cm M5A1 "Stuart" m/1956 CAN

Quantidade: 96 (noventa e seis).
Utilizador: Exercito Português; Guarda Nacional Republicana.
Comissões: Angola (1967 - 1975).
Entrada ao serviço: 1956.
Data de abate: 1967.
 
DADOS TÉCNICOS
Construtor: General Motors Corporation/Estados Unidos da América.
Tripulação: 4 (Chefe de carro, apontador, metralhador e condutor).
Motor: 2x Cadillac Series 44T24 V8, a gasolina, com 110 hp de potência às 4.000 rotações cada.
Dimensões: comprimento 4,75 metros; largura 2,23 metros; altura 2,30 metros; distância ao solo 0,42 metros.
Blindagem: 10 a 45 mm de aço.
Peso: vazio 13.970 kg; equipado 15.200 kg.
Possibilidades: velocidade (máxima/cruzeiro/TT) 64/40/20 km/h; obstáculo vertical 0,46 metros; vau máximo 0,91 metros; vala máxima 1,68 metros; rampa máxima 60 %; inclinação lateral máxima 30 %.
Autonomia: 160 km com capacidade de depósito de 337 litros.
Armamento: 1x peça semi-automática M6 de 3,7 cm com 147 munições; 3x metralhadoras Browning M1919A4 de 7,62 mm (coaxial, proa e antiaérea) com 6.750 munições.
Outros equipamentos: 1x posto de rádio E/R P19; 1x posto de rádio E/R SCR528; extintor.
Histórico: entrou ao serviço do Exército Americano em 1942. Usado por Portugal.

DESENVOLVIMENTO
Os primeiros carros de combate da série M5 foram produzidos em Abril de 1942, e a versão M5A1, foi preferida a outras variantes. Após o desenvolvimento do M24 Chaffee, os carros de combate M5A1 foram considerados obsoletos e exportados para outros países, incluindo a Portugal, Brasil e China.
No dia 20 de Setembro de 1946, o Governo do Canadá comprou ao Governo dos Estados Unidos da América 90 M5A1.
Com origem no Depósito Militar de Schenectady localizado no Estado de Nova Iorque foram equipados com um canhão de 37 mm, instalação de rádio completa, giro estabilizador e baterias.
Uma decada depois, depois de servirem no Exército Canadiano, provavelmente na missão de treino, foram transferidos para Portugal.
Os M5A1 recebidos por Portugal não dispunham de qualquer manual de instruções ou manutenção. A falta foi superada pelos capitães João Sequeira Marcelino e Jorge Guerreiro Vicente, pessoas que versadas em todos os tipos de carros de combate, com cursos no estrangeiro, deitaram mãos à obra e desmontaram, peça por peça, um carro e escreveram o respectivo manual técnico. Os manuais eram poligrafados com fotocópias de fotografias tiradas pelos próprios.

PERCURSO EM PORTUGAL
 
Exercito Português

Os M5A1 recebidos por Portugal não dispunham de qualquer manual de instruções ou manutenção. A falta foi superada pelos capitães João Sequeira Marcelino e Jorge Guerreiro Vicente, pessoas que versadas em todos os tipos de carros de combate, com cursos no estrangeiro, deitaram mãos à obra e desmontaram, peça por peça, um carro e escreveram o respectivo manual técnico. Os manuais eram poligrafados com fotocópias de fotografias tiradas pelos próprios. 
Estes carros constituiram esquadrões de reconhecimento em várias unidades: Regimento de Lanceiros n.º 1; Regimento de Lanceiros n.º 2; egimento de Cavalaria n.º 6 (Braga); Regimento de Cavalaria n.º 5 (Aveiro); Regimento de Cavalaria n.º 3 (Estremoz); Regimento de Cavalaria n.º 8 (Castelo Branco); Escola Práctica de Cavalaria (Santarém); Academia Militar; Serviço de Material e na Guarda Nacional Republicana no 2º Esquadrão em Cabeço de Bola.
Com a chegada de material mais moderno, estes são enviados para o Depósito de Beirolas, sendo os unicos que ficaram em serviço até 1968 foram os da Academia Militar, que faziam parte do Pelotão de Reconhecimento de Instrução e os três enviados para Angola com o Batalhão de Cavalaria 1927. 
Com o fim de vida decretado em 1983, muitos foram vendidos para o exterior, tendo alguns sido retidos para museus ou estacionados às porta de armas, a saber:
 
Escola Práticaa de Cavalaria - 2;
No RC4 em Santa Margarida (museu e portão) - 2;
Museu Militar do Porto - 1;
Regimento de Lanceiro n.º 2 - 1;
Regimento de Cavalaria n.º 3 (Estremoz) - 1;
Regimento de Cavalaria n.º 6 (Braga) - 4;
Escola Prática  de Serviço de Material (Entroncamento) - 1.
 
Em 1967, o RC6 tinha dois carros, a Academia Militar tinha três e os outros sessenta e cinco estavam no DGMG (Beirolas), dos quais apenas treze estavam operacionais, ou seja, prontos para serviço imediato. Destes treze, apenas dez tinham lagartas de ferro, ideais para o tipo de terreno que iriam encontrar em África.
  
Resgatados do DGMG a muito custo onde enferrujavam, três carros são destacados para Angola, mais precisamente para Nambuangongo, tendo chegado em 11 de Agosto de 1967, tendo servido no Batalhão de Cavalaria nº 1927 e noutras unidades, a saber:
 
Batalhão de Cavalaria n.º 1927 - 11/08/1967 a 24/02/1969 - 3 carros operacionais;
Batalhão de Cavalaria n.º 2854 - 24/02/1969 a 17/11/1969 - 3 carros operacionais;
Batalhão de Caçadores n.º 2888 - 17/11/1969 a 02/02/1971 - 2 carros operacionais;
Batalhão de Cavalaria n.º 3836 - 02/02/1971 a 02/01/1972 - 2 carros operacionais;
Batalhão de Artilharia n.º 3861 - 02/01/1972 a 06/03/1973 - 1 carros operacionais;
Batalhão de Caçadores n.º 4613 - 06/03/1973 a 25/04/1974 - 1 carros operacionais;
Batalhão de Artilharia n.º 6323 - 25/04/1974 até independência - (usado como fortim).  
     
O Museu Militar de Elvas tem à sua carga dois exemplares (MME50010 e MME50068), o Regimento de Lanceiro n.º 2 tem um exemplar, em exposição, assim como o Museu dos Combatentes, em Belém.
 
Guarda Nacional Republicana
 
O Exército cedeu vinte carros à Guarda Nacional Republicana, tendo prestado serviço no 2º Esquadrão Motorizado, sendo devolvidos em 1968.
 
MATRICULAS
ME-00-35 - c/n - prev. s/n 3785 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-07-54 - c/n - prev. s/n 3795 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-07-55 - c/n - prev. s/n 3789 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-07-60 - c/n - prev. s/n 3806 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-07-64 - c/n - prev. s/n 3810 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-07-65 - c/n - prev. s/n 3815 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-07-70 ("LICAS") - c/n - prev. s/n - 3823 - o/c 1956 - wfu 1968 - para Angola (1967) - para sucata.
ME-08-39 - c/n - prev. s/n 3839 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-08-77 ("GINA") - c/n - prev. s/n - 3840 - o/c 1956 - wfu 1968 para Angola (1967) - para sucata.
ME-08-79 - c/n - prev. s/n 3841 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-08-83 - c/n - prev. s/n 3851 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-08-87 - c/n - prev. s/n 3852 - o/c 1956 - wfu 1968 - para Museu Militar de Elvas (Porta d'Armas).
ME-08-88 - c/n - prev. s/n 3855 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-08-90 - c/n - prev. s/n 3858 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-08-95 - c/n - prev. s/n 3859 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-08-98 ("MILOCAS") - c/n - prev. s/n 3868 o/c 1956 - wfu 1968 para Angola (1967) - para sucata.
ME-09-32 - c/n - prev. s/n 3870 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-09-37 - c/n - prev. s/n 3881 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-09-44 - c/n - prev. s/n 3886 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
GNR B-52 - c/n - prev. s/n 3887 - o/c 1956 - wfu 1968 - para Reg Cav. 2º Esquadrão - para França
ME-11-96 - c/n - prev. s/n 3889 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-12-00 - c/n - prev. s/n 3894 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-09-47 - c/n - prev. s/n 3898 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-08-44 - c/n - prev. s/n 3899 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
ME-08-78 - c/n - prev. s/n 3901 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 3903 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 3904 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 3905 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 3911 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 3929 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 4165 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 4213 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 4214 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 4219 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 4222 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 4242 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 4246 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 4264 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 4271 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 4384 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 4579 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 4581 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 4590 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 4911 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 4913 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5054 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5069 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5075 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5085 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5094 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5102 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5112 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5136 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5160 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5176 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5179 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5188 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5193 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5200 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5221 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5231 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5232 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5233 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5235 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5237 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5240 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5241 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5242 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5243 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5268 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 5549 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 6288 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.                                 
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 6292 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 6294 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 6297 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 6268 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 6305 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 6306 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 8231 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 8239 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 8243 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 8289 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 9848 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 10074 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 10100 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.
xx-xx-xx - c/n - prev. s/n 10111 - o/c 1956 - wfu 1968 - para sucata.    
 
o/c - on charge
w/o - write off
wfu - withdraw from use
 
ENTREGAS
(em construção).

ESQUEMA DE PINTURA
Exercito Português: O casco, pintado de verde-azeitona ou verde-artilharia, fosco.
Guarda Nacional Republicana: 

MODELISMO
https://www.scalemates.com/search.php?fkSECTION%5B%5D=All&q=M5+Stuart+M5A1*
 
FONTES
COUTINHO, Pereira - Exército Português - Carros de Combate (3ª Parte) - Revista da Cavalaria - Maio-Agosto 2013.
MAIA, Salgueiro - Anotações para a história dos blindados em Portugal - (6) - Jornal do Exército - Setembro 1982.
PAULO, João Luiz Mendes - Elefante Dumdum - Edição de Autor - Maio de 2006.
Arquivo de Defesa Nacional. 
 
M5A1 no Regimento de Lanceiros nº 2
M5A1 no Regimento de Lanceiros nº 2

Auto TG 0,5 ton. Portaro D 4x4 260 m/1983 (GVM)

Quantidade:  1 (um). Utilizador:  Exército Português. Comissões: n/a . Ent rada ao serviço:  1983. Data de abate: 1983.   DADOS TÉCNICOS...